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sábado, 5 de junho de 2010

Região de Champagne – Ardenne – França

Olha, até bem pouco tempo atrás, eu nem ligava muito em beber champagne, depois de visitar a região de Champagne eu tô descobrindo mais uma das delicias da França!



Vou contar pra vocês um pouquinho do que é a região. Vamos lá!


Percurso – De Clermont Ferrand até a cidade Reims na região são 5:30 de carro com uma parada na estrada.


Estacionamento – Tranquilo estacionar em Reims e você vai mesmo precisar do carro se quiser fazer a “rota do champagne”.


Hotel – você pode ficar na cidade de Reims, de preferência num dos hoteis do centro ou também na cidade de Epernay. São duas cidades importantes da região, onde você visitará algumas caves. Você pode pesquisar seu hotel no site http://www.booking.com/ . Você terá várias opções de preços.


O que comer e onde – durante o dia se você estiver na cidade de Reims, você pode comer em um dos restaurantes turisticos no calçadão. Tem diversos para almoço e lanche rápido. Já a noite em Reims eu recomendo o restaurante Saint Julien 47, Rue Eugène desteuque 51100 Reims Tel. 0326.883238. Ele fica a mais ou menos 300 metros por trás da Catedral de Reims. Uma comida gostosa, ambiente agradável e um menu a partir de 28 Euros. Já em Epernay se você pesquisar na internet, vai descobrir que trata-se de uma região mais chic e com muitos bons restaurantes, porém, com precinhos mais caprichados. Mas você pode também optar por um daqueles do guia Michelin “Bonnes petites tables”. Por exemplo: restaurante La Grillade Gourmand, com menu entre 19 e 55 Euros. Tel. 0326554422


Souvenir – Ahhhh! Muitas garrafas de champagne, de preferência dos pequenos produtores, porque os grandes você poderá encontrar nos supermercados. Você pode também tornar-se um colecionador de tampinhas de champagne e  comprar algumas por lá para iniciar a coleção.


O que visitar – Você pode começar pelo centrinho de Reims, passeando pelo calçadão e indo em direção ao “Office de Turisme” que fica bem ao lado da Catedral de Reims. Lá você pode pegar todas as informações para a sua visita na região. Eles são muito simpáticos e vão te orientar no que você precisar.



Catedral de Notre Dame de Reims – Muita bonita e pertinho do “Office de tourisme”.

Museu da Rendição – 12, Rue du Président Franklin Roosevelt, 51100 Reims Tel. 03 26 47 84 19‎. Aberto todos os dias de 10:00/12:00 e 14:00/18:00, menos as terças.


Antigo Hotel Ponsardin (Reims) - Ele pertencia ao pai da “Veuve Clicquot”. Hoje, ele não é mais um hotel. Foi vendido pela neta da viuva Clicquot para a Câmara do Comércio. Mas vale passar por lá para vê-lo.

Route Touristique du Champagne – você deve pegar no “Office de Tourisme” ou no hotel um pequeno livro que fala sobre a rota do champagne. É muito interessante! A dica é pegar o carro, sair cedinho apreciando a bela região e visitar um ou dois pequenos produtores. Você vai ver muitos, por toda parte. Depois, seguir até a cidade de Epernay que é uma gracinha.




Caves de champagne - Na minha opinião, visitar umas 3 caves é o suficiente. Mas se for um apaixonado por Champagne, vai poder passar quanto tempo desejar visitando-as, porque cave é o que não falta por lá.



Eu recomendo a Cave Taittinger, foi a mais bela de todas que visitei. A Cave Pommery também é muito bonita. A Madame Pommery apreciava a arte e colocou dentro de sua cave algumas obras muito bonitas. Até hoje, em sua homenagem, uma vez por ano é feita uma exposição de obras de arte dentro da Cave Pommery. Tem também a Cave Veuve Cliquot, esta não abre aos domingos. Em Epernay você pode visitar a famosa Cave Môet &Chandon.

Mas não esqueça: é preciso reservar com antecedência.

Curiosidades - Foi a Madame Pommery, a jovem viuva, que teve a idéia de extrair parte do açucar do champagne e criou a “brut”, a mais consumida hoje. Antigamente, um champagne levava 150 gramas de açucar, ou seja, 3 vezes mais do que a Coca-cola normal. Hoje, um champagne “Brut” leva entre 5 e 15 gramas de açucar por litro. Ah! Os champagnes são diferentes dos vinhos, não devem ser guardados mais de 3 anos.

A França exporta 70% de toda sua fabricação. A Russia ainda é o pais que mais consome a “sec”.

Somente na região de Champagne é que essa bebida pode ser chamada de champagne. Em outras partes do mundo, inclusive no Brasil, a bebida é chamada de “espumante”. O processo de fabricação é o mesmo. Mas os fabricantes dessa região da França, defendem que o que faz a verdadeira diferença começa no solo onde são plantadas as videiras. O solo e o clima da região dão origem às 3 principais vinhas utilizadas na fabricação da bebida: a chardonay, a pinot noir e a pinot menier. A uva é classificada como “grand cru” a mais rara, “premier cru” e a tradicional.

Na volta para Clermont, a minha dica é voltar pela "nacional" em direção a cidade de "Troyes", aproveitar para conhecer a "Vieux Troyes" que é uma gracinha. Continuando a viagem em direção a cidade de "Auxerre", você vai passar pela cidadezinha de "Pontgny" e lá você poderá visitar a "Abadia de Pontgny". É simplesmente encantadora a abadia e a paisagem. Basta olhar a foto acima. Fiquei impressionada com o silêncio rompido apenas pelo canto dos pássaros e o murmurio do vento, sem contar com a natureza exuberante em toda sua volta.


Bom, para mais  informações sobre essa linda região, so indo lá pra ver com os proprios olhos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Roquefort – Região Midi Pyrénées

Na matéria anterior eu falei do « viaduc de Millau » e ai lembrei que a bela e pequena cidade de Roquefort fica à 15 minutos do viaduto. Lá, você poderá descobrir a origem do famoso queijo francês « Roquefort ». A vista da cidade de frente para uma enorme montanha rochosa também é muito bonita.

Você vai encontrar algumas caves por lá. Eu visitei a « Roquefort Gabriel Coulet » . Ela fica encravada no pé da montanha. A visita guiada é de mais ou menos uns 40 minutos,  é muito interessante, você vai conhecer a história da criação da cave, que já está na sua quinta geração familiar, bem como as etapas de produção do queijo Roquefort. Prepare-se para descer e subir muitas escadas durante a visita. E se for no verão, vá com sapatos quentes e confortáveis e leve agasalho porque a temperatura é bem baixa lá dentro, entre 8 e 10 graus. No final da visita tem uma deliciosa degustação dos queijos. Ah! E a visita é gratuita.



Horário de abertura : o ano inteiro, todos os dias de 9 :30 às 17 :30, fechando entre 12 :30 e 13 :30 para almoço e nos meses de julho e agosto abre de 9 :00 às 19 :30 « non stop ».

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Viaduc de Millau - Região Midi-Pyrénées


Uma obra espetacular inaugurada em dezembro/2004, ligando Clermont Ferrand à Beziers pela A75. Foi uma excelente conquista para os moradores da região central, facilitando o acesso no verão ao Sul da França.



Para os Engenheiros de plantão é um super presente assistir ao filme de mais ou menos uns 20 minutos, no "Viaduc espace Info" - Aire de Cazalous,  sobre a construção do viaduto. Foram 14 anos de preparação. E Se você quiser saber mais um pouquinho sobre essa obra grandiosa antes de visitá-la, dê uma olhadinha no site http://www.leviaducdemillau.com/

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Região D’Auvergne e suas belezas... Parte 3


Chapelle de Chastres (Feydit – Cantal)



Dando continuidade ao circuito de capelas no Cantal, eu sugiro que depois de visitar a “Chapelle Sainte Madeleine” e a “Saint Victor” você siga em direção a « Chapelle de Chastres », ela está situada entre Massiac e Allanche, próximo a cidade de Feydit. É mais ou menos uns 15 minutos de carro, partindo da « Chapelle Saint Victor ». Também é muito linda e o acesso bem mais fácil, você pára o carro ao lado dela e ainda pode apreciar a beleza da região que é um colirio para os olhos.

Chapelle Saint Antoine (Chastel Sur Murat – Cantal)

Se você ainda tiver um tempinho, siga mais 25km em direção à « Chastel Sur Murat », uns 30 minutos de carro (saindo da Chapelle de Chastres), para ver a « Chapelle Saint Antoine ». É fácil achá-la, porque ela fica bem no alto de uma enorme rocha, e oferece uma visão grandiosa da região, impondo força e beleza no coração da paisagem. Trata-se de uma capela de estilo romano.

Ela foi restaurada entre 98 e 99.  O seu interior é modesto e charmoso e seus detalhes bucólicos.
Ali você deve estacionar num pequeno parking situado bem em frente e fazer a subida a pé.

domingo, 28 de março de 2010

Região d'Auvergne e suas belezas... PARTE 2

Chapelle Saint Victor (Massiac - Cantal)


Em meu último artigo eu fiz referência a « Chapelle Saint Victor » que fica também na cidadezinha de Massiac, no Cantal. Podemos vê-la do alto da falésia da « Chapelle Sainte Madeleine » e vice-versa.

Bom, eu não resisti e fui lá no domingo passado para contar pra vocês como se chega até ela também.


O caminho é quase o mesmo, ou seja, A75 em direção ao Sul da França, pegar a saida para « Massiac ». No « rond-point » ou rotunda, seguir no sentido da « gare ». Você vai passar em frente a estação de trem (gare) e um pouco a frente avistará o « Office de tourisme ». Siga à esquerda e à sua frente você terá a Avenue du General de Gaulle, pegue à direita em direção d’Aurillac. Antes de sair de Massiac, entre à direita em direção d’Allanche, se tiver um GPS ficará mais fácil ainda, basta colocar o nome da cidade de « Allanche ». Antes de chegar na vila de « Bussac », você vai ver a indicação para as "Ruinas de Saint Victor", vire à direita. Ali terá uma placa verde com algumas informações. Deixe o carro ali e faça uma boa caminhada de mais ou menos uns 30 minutos passeando (subida leve) ou siga de carro até bem próximo da capela. O percurso de carro é de mais ou menos uns 5 minutos, contados da saida da estrada de asfalto. A estradinha é de terra e estreita, mas é tranquila e dá para fazer o retorno lá em cima.


Você vai encontrar uma placa marron com a indicação « Saint Victor », poderá deixar seu carro ali e seguir a pé. Assim você apreciará ainda os vestigios de uma vila neolítica, onde havia uma comunidade agro-pastoral.


A minha sugestão é que você escolha um belo dia de sol e faça o circuito das capelas do Cantal. São elas : « Chapelle Madeleine », Chapelle Saint Victor », « Chapelle de Chastres », « Chapelle Saint Antoine » e « Chapelle Font Sainte ». Com um bom planejamento, dá pra visitar todas num único dia e ainda saborear a comida da região num restaurante "auberge" .


Falarei sobre as outras 3  capelas num outro artigo.

sábado, 20 de março de 2010

Região D’Auvergne e suas belezas...


Chapelle Sainte Madeleine (Massiac - Cantal)



Hoje vou dar uma dica super especial pra vocês. Vou falar sobre a linda e encantadora « Chapelle Sainte Madeleine ».


Para vocês terem uma idéia, eu já fui lá acho que umas 4 vezes. Sempre que recebo alguém aqui, eu imediatamente incluo no roteiro de visitas da região. Trata-se de um lugar meio mágico, porque ela fica situada no alto de uma falésia, na cidadezinha de Massiac (Cantal). Podemos vê-la da estrada A75. Quando estou lá me sinto pertinho do céu e volto para casa revigorada !


Ela foi o que restou do « château fort » construído pela família « Mercouer » no século XII. É uma capela estilo romano. Ela é classificada como monumento histórico. Todo ano, próximo ao dia 22/julho, dia de Santa Madalena, acontece uma peregrinação até ela. Você pode apreciar também do outro lado do vale, sobre uma outra falésia a “Chapelle de Saint-Victor”.


Para os apaixonados por capelas, eu indico o livro "Émouvantes Chapelles de France"  - photographies de Marie-Pierre Samet et Hervé Lenain et texte de Catherine Grive.


Saindo de Clermont Ferrand , você deve pegar a auto-estrada A75 em direção ao Sul da França. É mais ou menos uns 50 minutos de carro. Vá de preferência num dia de sol e céu bem azulzinho.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Holanda, o paraíso é aqui...


Vou estrear meu blog com a Holanda, uma das viagens que muito me encantou, não só pela beleza de suas tulipas e o charme de Amsterdam, mas principalmente pela simpatia dos holandeses.


Percurso : Clermont Ferrand - FR/Amsterdam - Nove horas de carro com 3 paradas na estrada para lanche.

Estacionamento: muito caro em Amsterdam, se possível, o melhor é achar um hotel com vaga garantida, ou valor fixo para deixar o carro por lá. Outra dica é o estacionamento do « Olympic Stadium », com diária de 6 Euros, com direito a dois tickets de tranway (ida/volta).


Opção de transporte: o tranway é a melhor alternativa. Existem diversas linhas com acesso fácil a toda a cidade. A outra alternativa é andar de bicicleta. Mas atenção: se você não tem experiência com elas, evite-as, porque os holandeses são feras nesse esporte. Cruzam as vias na maior velocidade. É o país das bicicletas. E se ainda assim, você for corajoso e optar por uma, cuidado ao pilotá-la, os freios ficam nos pedais, basta inverter a rotação e Paft! Se fizer muito forte corre o risco de capotar. Mas uma vantagem é que os ciclistas têm prioridade sobre os carros e até mesmo sobre os pedestres. Então cuidado ao atravessar a pé uma ciclovia.


Hotel: os preços são um pouco elevados, é preciso pesquisar. Fiquei no hotel Zandbergen (Willemsparkweg 205, 1071 HB Amsterdam Tel. +31.0206769321 www.hotel.zandbergen.com). Um bom preço para o mês de abril (época de férias e tulipas), um atendimento super simpático, ganhei um par de tamanquinhos de porcelana do gerente, artesanato local, para reforçar a amizade entre a Holanda e o Brasil. Achei isso muito legal!

Apenas duas restrições em relação ao hotel: o tramway começa a circular as sete da manhã, passa em frente e faz um certo barulho, nada grave, mas para aqueles como eu habituados ao silêncio para dormir, estranham um pouquinho. O segundo problema é uma escada para subir com as malas. Muito embora ao final da viagem, percebi que é um país feito de escadas, em todas as casas e hotéis antigos, existem escadas íngremes e estreitas, daquelas bem antigas!!!


O que comer e onde: não deixe de experimentar o « bitterballs » um bolinho regional, acompanhado de uma deliciosa cerveja holandesa geladinha, num daqueles bares no centrinho de Amsterdam e aproveitar para apreciar o charme e o agito da cidade. Os holandeses apreciam muito a « enguia defumada »; uma outra iguaria é o « hareng » trata-se de um peixe cru, coberto de cebola picada. Eu não posso dizer aqui se é bom ou ruim porque eu não me atrevi a comer. Mas eles garantem ser delicioso !

Outra dica é o restaurante “Sama Sebo”, tudo bem que é indonesiano, mas é um dos mais antigos de Amsterdam e tem uma comida maravilhosa. .

Outro restaurante que eu recomendo é o « Restaurante e Pizzeria Sardenha » (C. Schuytstraat 17, Amsterdam Tel. 020.6733333. Nota 10 pela maravilhosa massa, delicioso vinho e um super atendimento simpático de toda a equipe.


Dicas de artesanato : eu recomendo como « souvenir » uma porcelana azul da cidadezinha de Delft. São caras, mas existem pequenas peças por um preço acessível. Não deixe de visitar também a lojinha de « souvenir » do parque Keukenhof, tem coisas interessantes por lá.


O que visitar : Ah !!! Fica até difícil listar aqui. A Holanda, além de ser um país com cidadezinhas charmosas, tem um povo caloroso e é muito rica culturalmente. Em Amsterdam você pode começar flanando pela cidade , observando o vai e vem dos holandeses em suas bicicletas, as belas e antigas construções. Você vai ver que os prédios são todos muito parecidos, todos têm 3 ou 4 andares e como são muito antigos não tem elevador, possuem escadarias enormes. Eles têm em suas fachadas um pilar para pendurar cordas e permitir que seus moradores façam suas mudanças. Alguns são meio tortos. Repare ! A cidade é cercada de canais que com a luz do sol provocam um belo visual.


Casa de Anne Frank – É preciso chegar cedo, se possível às 8:00, para evitar as enormes filas. É uma visita triste mas muito interessante, principalmente para os jovens. Abre às 9:00.


Museu Van Gogh – O museu é bastante interessante apesar de ter apenas 200 obras das 900 deixadas por Van Gogh. Ele possui também uma grande quantidade de desenhos e correspondências do pintor que era holandes, mas viveu seus últimos anos na França tendo sido enterrado na cidade de « Auvers-Sur-Oise ». O museu abre todos os dias de 10:00 às 18:00 e as sextas até 22:00.


Passeio de barco pelos canais de Amsterdam – A dica é fazer esse passeio no final do dia por duas razões: primeiro você descansa as pernas e segundo você pode apreciar o entardecer e se tiver sol a iluminação tornará o passeio mágico. Você deve comprar o ingresso com antecedência para garantir o horário de sua preferência. O passeio dura mais ou menos 1:30.


RJIK Museum – Museu de Arte e Historia de Amsterdam. Uma visita de 2:30 é o suficiente, não que você não possa passar lá o dia todo, mas depois desse tempo fica cansativo. Você pode reservar também uma visita guiada para ser mais rica e aproveitar melhor o tempo. E a dica é chegar cedo, porque todos os museus em Amsterdam tem filas enormes. Ele abre de 9:00 às 18:00, todos os dias, salvo 01/jan.


Museu Rembrandt – Trata-se da casa que Rembrandt comprou em 1639 e após falir em 1656, vendeu-a com todas as suas coleções e curiosidades.


Cidade de Delft – Muito charmosa e famosa por sua porcelana azul. Também conhecida como a cidade dos estudantes por causa de sua Universidade. Vale uma visita a cidade, a igreja onde estão enterrados muitos membros da família real holandesa « Orange » e as lojinhas para ver as belas porcelanas. Fica a 64km de Amsterdam (mais ou menos 50 minutos de carro).


Kinderdijk - Um lugar conhecido pelos seus 19 antigos moinhos de vento preservados. Muito bonito o lugar. Você pode visitar um desses moinhos por dentro. Fica a 108 km de Amsterdam (mais ou menos 1:20 de carro) ou 42 km da cidade de Delft (40 minutos de carro).


Imperdivel: Parque Keukenhof para apreciar as tulipas. Fica a 30 minutos (de carro) de Amsterdam. Para os fotógrafos de plantão, aviso que é o verdadeiro paraíso! A dica importante sobre o parque é chegar bem cedinho, por volta das 8:00, para poder apreciar a paisagem e tirar belas fotos. Por volta das 11:00 começa a ficar repleto, mesmo com chuva.


Melhor época para ir: entre abril e maio, dependendo do clima. Você deve verificar junto ao parque. Ele fica numa região com enormes campos de tulipas. É lindo demais !